Na próxima quarta-feira, dia 14 de dezembro tem abertura da exposição “Questions/ Questões” de Sérgio Canfield. O evento inicia as 19h30 na Galeria Municipal de Arte da Fundação Cultural de Itajaí, situada à Rua Lauro Müller, n° 53 – Bairro Centro. A mostra permanecerá aberta à visitação até o dia 20 de janeiro de 2012.
Junto com a abertura haverá o lançamento de três livros, são eles: “Bem-Vindo à Escuridão”, de Fernando T. Moraes, “Na Arte do Pandeiro”, de Ricardo Dominguez e “Quando Cai um Rio do Céu”, de Daniel Rosa dos Santos.
“Bem-vindo à Escuridão” é um livro que reúne 16 contos de suspense. Já “Na Arte do Pandeiro” o leitor encontrará informações básicas para tocar o instrumento e “Quando Cai um Rio do Céu” é um livro inspirado na enchente de 2008 – que deixou noventa por cento da cidade de Itajaí (SC) submersa ou alagada.
O que? Abertura da exposição “Questions/ Questões” elançamento de 3 livros.
Onde?Galeria Municipal de Arte da Fundação Cultural de Itajaí, situada à Rua Lauro Müller, n° 53 – Bairro Centro.
Quando? Quarta-feira, dia 14 às 19h30.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Palestra sobre emigração Italiana em Nova Trento
Acontece dia 14 de dezembro, quarta-feira, às 20h a cidade de Nova Trento receberá Renzo Maria Grosselli e Ivette Marli Boso, dois renomados pesquisadores sobre a emigração trentina.
O evento acontece na sede da Associação São Virgílio Pró-anciãos – La Casa dei Nonni, promoção da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Nova Trento, e conta com apoio do Circolo Trentino de Nova Trento, CDL , Casa dei Nonni e NEOTUR.
Renzo Maria Grosselli é sociólogo, doutor em História e já publicou dezenas de livros de cunho histórico-antropológico sobre a emigração trentina e italiana no mundo e, particularmente, para o Brasil. Escreveu também alguns livros de poesia e trabalhou no campo da história oral. Atualmente trabalha como jornalista no jornal “LAdige”, de Trento. Ivette Marli Boso, esposa de Grosselli é neotrentina e graduada em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade de Trento (Itália). Tem um livro publicado intitulado “Noialtri chi parlen tuti em talian”, resultado de sua pesquisa sobre o dialeto italiano praticado no Brasil e, em especial, em Nova Trento.
O evento acontece na sede da Associação São Virgílio Pró-anciãos – La Casa dei Nonni, promoção da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Nova Trento, e conta com apoio do Circolo Trentino de Nova Trento, CDL , Casa dei Nonni e NEOTUR.
Renzo Maria Grosselli é sociólogo, doutor em História e já publicou dezenas de livros de cunho histórico-antropológico sobre a emigração trentina e italiana no mundo e, particularmente, para o Brasil. Escreveu também alguns livros de poesia e trabalhou no campo da história oral. Atualmente trabalha como jornalista no jornal “LAdige”, de Trento. Ivette Marli Boso, esposa de Grosselli é neotrentina e graduada em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade de Trento (Itália). Tem um livro publicado intitulado “Noialtri chi parlen tuti em talian”, resultado de sua pesquisa sobre o dialeto italiano praticado no Brasil e, em especial, em Nova Trento.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
SESC OFERECE TEATRO EM DOSE TRIPLA EM ITAJAÍ
Espetáculo “EXPERIMENTO CIRCO” (Teatro de rua)
Quando: Ter. 06/12 às 18h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Na comunicação entre o circo tradicional e o contemporâneo, quatro personagens se juntam para dar vida a uma série de números circenses dentro de um espetáculo com a linguagem popular do circo de rua. Risco, surpresa, imaginação e cumplicidade como público, geram uma química união entre crianças e adultos, tornando-o um espetáculo para todas as idades. A música tocada ao vivo e a boa escolha dos fundos musicais, faz ressaltar a fineza e precisão da movimentação dos atores. O espetáculo mescla linguagens de expressão teatral, música, dança e técnicas circenses como: arame, malabarismo, mão a mão, diabolô, malabarismo com fogo, tecido, doble trapézio. www.circoamarillo.com.ar
que: Espetáculo “PASSARÓPOLIS” (Teatro de rua)
Quando: Qua. 07/12 às 18h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Fugindo de seus credores, dois homens compram um pássaro que os levará ao reino das aves. A ordem que lá existia é tumultuada com a chegada dos dois, que sugerem mudanças radicais na estrutura daquele espaço. Em um mundo onde todos querem ter vantagens, a lábia é a melhor arma. Nem mesmo os deuses do Olimpo estarão a salvo das trapalhadas causadas pela ambição de homens e aves.
O que: Espetáculo “BARRO, DA OBRA DE MANOEL DE BARROS” (Teatro de rua)
Quando: Sab. 10/12 às 19h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Trabalho de rua construído dentro do projeto “poesia ao pé da rua”do SESC-Prainha. Feito de colagens de poemas do poeta sul-matogrossense Manoel de Barros, “barro” é o espetáculo que mais circulou no grupo depois de “O marinheiro” e até a “Galinha Degolada”. Motivou e participou da criação da Mostra de Teatro de Rua da Grande Florianópolis, que teve duas edições realizadas, em ambas com a presença deste espetáculo. A radicalidade de barro está na sua proposta extremamente simples. Continuando a pesquisa do ator criador, “barro” lança um grupo de atores a uma cena performática na rua. A beleza da palavra do poeta é a provocação maior, e o trabalho doa atores é dar corpo a toda situação criada por ele.
Setor de Cultura - SESC-Itajaí-SC
Fone: (47)3349-4096 / 9946-3388
Quando: Ter. 06/12 às 18h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Na comunicação entre o circo tradicional e o contemporâneo, quatro personagens se juntam para dar vida a uma série de números circenses dentro de um espetáculo com a linguagem popular do circo de rua. Risco, surpresa, imaginação e cumplicidade como público, geram uma química união entre crianças e adultos, tornando-o um espetáculo para todas as idades. A música tocada ao vivo e a boa escolha dos fundos musicais, faz ressaltar a fineza e precisão da movimentação dos atores. O espetáculo mescla linguagens de expressão teatral, música, dança e técnicas circenses como: arame, malabarismo, mão a mão, diabolô, malabarismo com fogo, tecido, doble trapézio. www.circoamarillo.com.ar
que: Espetáculo “PASSARÓPOLIS” (Teatro de rua)
Quando: Qua. 07/12 às 18h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Fugindo de seus credores, dois homens compram um pássaro que os levará ao reino das aves. A ordem que lá existia é tumultuada com a chegada dos dois, que sugerem mudanças radicais na estrutura daquele espaço. Em um mundo onde todos querem ter vantagens, a lábia é a melhor arma. Nem mesmo os deuses do Olimpo estarão a salvo das trapalhadas causadas pela ambição de homens e aves.
O que: Espetáculo “BARRO, DA OBRA DE MANOEL DE BARROS” (Teatro de rua)
Quando: Sab. 10/12 às 19h
Onde: Calçadão Hercílio Luz
Quanto: GRATUITO
SINOPSE: Trabalho de rua construído dentro do projeto “poesia ao pé da rua”do SESC-Prainha. Feito de colagens de poemas do poeta sul-matogrossense Manoel de Barros, “barro” é o espetáculo que mais circulou no grupo depois de “O marinheiro” e até a “Galinha Degolada”. Motivou e participou da criação da Mostra de Teatro de Rua da Grande Florianópolis, que teve duas edições realizadas, em ambas com a presença deste espetáculo. A radicalidade de barro está na sua proposta extremamente simples. Continuando a pesquisa do ator criador, “barro” lança um grupo de atores a uma cena performática na rua. A beleza da palavra do poeta é a provocação maior, e o trabalho doa atores é dar corpo a toda situação criada por ele.
Setor de Cultura - SESC-Itajaí-SC
Fone: (47)3349-4096 / 9946-3388
sábado, 3 de dezembro de 2011
Regata em Itajaí terá barcos construídos pelos próprios velejadores
Barcos monotipos, bateiras e Shellback estarão na disputa
O evento que a Associação Náutica de Itajaí (ANI) está promovendo com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) contará com barcos feitos pelos próprios velejadores. A Regata ANI-IFSC será disputada amanhã (sábado), com largada às 14 horas na localidade Saco da Fazenda, na cidade portuária catarinense de Itajaí.

Além de vários monotipos e bateiras, os barcos Shellback também estarão na disputa, construídos na oficina da ANI pelos alunos adultos que passaram pelo curso de construção naval amadora ao longo de seis meses. O custo total, entre material e aula, foi de R$ 3,2 mil: “Este projeto vem justamente para quebrar o paradigma de que, para velejar, tem que ser rico ou ter muito dinheiro. Muito pelo contrário, basta ter vocação, vontade e determinação”, diz o diretor-presidente da ANI, Claudio Copello.
A Regata ANI-IFSC marca o encerramento das atividades da Associação em 2011 e será disputada com o mesmo espírito que norteia o trabalho da entidade: entrosar a comunidade local no meio náutico. “Estamos resgatando a cultura marítima da cidade e aproximando a população do mar”, completa Copello.
A ANI foi fundada em 2001 e desenvolve um trabalho de inclusão social através da vela. Procura desenvolver a mentalidade náutica em crianças e jovens da rede de ensino municipal, através de uma série de atividades.
Classes e categorias em disputa na Regata ANI-IFSC:
Bateira Casal - para casais com o objetivo de agregar a família em torno da vela
Bateira Iniciante - para os alunos da rede municipal de ensino que estão no projeto Navegando pela Cidadania e ainda não participaram de regatas
Bateira Veterano - para os alunos, ex alunos e adultos que já velejam e participam de regatas
Shellback - classe especial para os alunos do curso de construção naval amadora, com a participação de todas as turmas que concluíram seus barcos nos anos anteriores
Monotipos - para os velejadores mais experientes que competem com barcos Laser, Dingue, Holder, Hobie Cat, etc.
http://www.nautica.com.br/noticias/viewnews.php?nid=ult96bc8455a55cf353cec2845a34ffc907
O evento que a Associação Náutica de Itajaí (ANI) está promovendo com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) contará com barcos feitos pelos próprios velejadores. A Regata ANI-IFSC será disputada amanhã (sábado), com largada às 14 horas na localidade Saco da Fazenda, na cidade portuária catarinense de Itajaí.

Além de vários monotipos e bateiras, os barcos Shellback também estarão na disputa, construídos na oficina da ANI pelos alunos adultos que passaram pelo curso de construção naval amadora ao longo de seis meses. O custo total, entre material e aula, foi de R$ 3,2 mil: “Este projeto vem justamente para quebrar o paradigma de que, para velejar, tem que ser rico ou ter muito dinheiro. Muito pelo contrário, basta ter vocação, vontade e determinação”, diz o diretor-presidente da ANI, Claudio Copello.
A Regata ANI-IFSC marca o encerramento das atividades da Associação em 2011 e será disputada com o mesmo espírito que norteia o trabalho da entidade: entrosar a comunidade local no meio náutico. “Estamos resgatando a cultura marítima da cidade e aproximando a população do mar”, completa Copello.
A ANI foi fundada em 2001 e desenvolve um trabalho de inclusão social através da vela. Procura desenvolver a mentalidade náutica em crianças e jovens da rede de ensino municipal, através de uma série de atividades.
Classes e categorias em disputa na Regata ANI-IFSC:
Bateira Casal - para casais com o objetivo de agregar a família em torno da vela
Bateira Iniciante - para os alunos da rede municipal de ensino que estão no projeto Navegando pela Cidadania e ainda não participaram de regatas
Bateira Veterano - para os alunos, ex alunos e adultos que já velejam e participam de regatas
Shellback - classe especial para os alunos do curso de construção naval amadora, com a participação de todas as turmas que concluíram seus barcos nos anos anteriores
Monotipos - para os velejadores mais experientes que competem com barcos Laser, Dingue, Holder, Hobie Cat, etc.
http://www.nautica.com.br/noticias/viewnews.php?nid=ult96bc8455a55cf353cec2845a34ffc907
Arrastão Cultural do Ponto de Cultura Pescadores de Cultura
Onde Ponto de Cultura Pescadores de Cultura - Associação Cultural Baiacu de Alguém, Rua Padre Lourenço R. de Andrade, 650 - Santo Antônio de Lisboa
Descrição A arte pede passagem no Distrito de Santo Antônio de Lisboa com o Arrastão Cultural, que será realizado neste sábado dia 3.12 á partir das 16hs na sede do Ponto de Cultura.

O evento marca o encerramento das atividades das oficinas culturais e será apresentado em forma de... espetáculo, destinado a toda comunidade e apresentado por professores e alunos das oficinas e convidados especiais.
O Arrastão Cultural é uma iniciativa do Ponto de Cultura Pescadores de Cultura – Associação Cultural Baiacu de Alguém e tem o propósito e a proposta de levar a comunidade atrações culturais, educativas e de caráter interativo desenvolvidas durante o ano nas oficinas.
O Arrastão vai percorrer as ruas de Santo Antônio de Lisboa chegando até a Praça Roldão, onde serão realizadas apresentações de música, teatro, dança, cantorias, performances diversas, exposições, projeção de curtas, animação e muito mais!
Em caso de chuva o evento será realizado na sede do Ponto de Cultura.
Prestigie!
http://pescadoresdecultura.educardesign.net/
Descrição A arte pede passagem no Distrito de Santo Antônio de Lisboa com o Arrastão Cultural, que será realizado neste sábado dia 3.12 á partir das 16hs na sede do Ponto de Cultura.

O evento marca o encerramento das atividades das oficinas culturais e será apresentado em forma de... espetáculo, destinado a toda comunidade e apresentado por professores e alunos das oficinas e convidados especiais.
O Arrastão Cultural é uma iniciativa do Ponto de Cultura Pescadores de Cultura – Associação Cultural Baiacu de Alguém e tem o propósito e a proposta de levar a comunidade atrações culturais, educativas e de caráter interativo desenvolvidas durante o ano nas oficinas.
O Arrastão vai percorrer as ruas de Santo Antônio de Lisboa chegando até a Praça Roldão, onde serão realizadas apresentações de música, teatro, dança, cantorias, performances diversas, exposições, projeção de curtas, animação e muito mais!
Em caso de chuva o evento será realizado na sede do Ponto de Cultura.
Prestigie!
http://pescadoresdecultura.educardesign.net/
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Dia Internacional do Não Uso de Agrotóxicos
Em 03 de dezembro se comemora o Dia Internacional do Não Uso de Agrotóxicos,
com o objetivo de fazer um chamado à reflexão e tomada de consciência por
parte dos governantes sobre o grave problema social e ambiental gerado pela
fabricação, uso e disposição final dos agrotóxicos.
O dia foi escolhido para lembrar o Desastre de Bhopal, ocorrido em 03 de
dezembro de 1984, na região de Bhopal, Índia, quando uma fábrica da empresa
Union Carbide deixou vazar 27 toneladas do gás mortal isocianato de metila.Meio milhão de pessoas foram expostas, das quais até o
momento 25 mil já morreram.
A data foi estabelecida pelas 400 organizações de 60 países que compõem a
Rede de Ação contra Pesticidas (PAN International – Pesticides Action
Network).
Atualmente, em Bhopal, 100 mil pessoas são doentes crônicas pelos efeitos
desse desastre. Essas doenças incluem cegueira, transtornos respiratórios e
ginecológicos. O lugar nunca foi devidamente descontaminado e segue
envenenando os moradores de Bhopal. Outras 30 mil pessoas estão doentes pela
contaminação de seus poços e encanamentos com produtos químicos que escapam
das instalações abandonadas, cheias de venenos.
com o objetivo de fazer um chamado à reflexão e tomada de consciência por
parte dos governantes sobre o grave problema social e ambiental gerado pela
fabricação, uso e disposição final dos agrotóxicos.
O dia foi escolhido para lembrar o Desastre de Bhopal, ocorrido em 03 de
dezembro de 1984, na região de Bhopal, Índia, quando uma fábrica da empresa
Union Carbide deixou vazar 27 toneladas do gás mortal isocianato de metila.Meio milhão de pessoas foram expostas, das quais até o
momento 25 mil já morreram.
A data foi estabelecida pelas 400 organizações de 60 países que compõem a
Rede de Ação contra Pesticidas (PAN International – Pesticides Action
Network).
Atualmente, em Bhopal, 100 mil pessoas são doentes crônicas pelos efeitos
desse desastre. Essas doenças incluem cegueira, transtornos respiratórios e
ginecológicos. O lugar nunca foi devidamente descontaminado e segue
envenenando os moradores de Bhopal. Outras 30 mil pessoas estão doentes pela
contaminação de seus poços e encanamentos com produtos químicos que escapam
das instalações abandonadas, cheias de venenos.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Sarau Modinhas Brasileiras no Palácio Cruz e Sousa
Reviver os saraus dos séculos XVIII e XIX, essa é a proposta do Sarau Modinhas Brasileiras que será realizado no dia 1 de dezembro no Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, casa administrada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Centro de Florianópolis. O evento irá recriar o ambiente de um sarau, com apresentações de música e poesia.
O projeto é parte do Programa de Extensão VivaVoz, promovido pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Ceart. O Sarau contará com a participação especial do professor do Departamento de Música da Universidade, Marcos Holler (cravo) e do professor do Departamento de Moda, Lucas da Rosa (criação e confecção dos figurinos), além de alunos dos cursos de Música e Teatro da instituição.
A modinha é uma das manifestações mais antigas da canção em nosso país, com abordagem lírica e sentimental do amor. Seu auge se deu na segunda metade do século XVIII. No sarau, as canções serão acompanhadas por cravo e violão e os participantes poderão também recitar poesias de forma espontânea.
Ficha técnica:
Coordenação / Direção Geral: Profa. Alicia Cupani
Cravo:
Prof. Marcos Holler
Felipe P. Schlichting
Figurinos:
Prof. Lucas da Rosa Priscila Mello
Beatriz Freitas
Bolsista VivaVoz: Rafael Reüs
Integrantes:
Carlos Rafael Porto
Eduardo João das Neves
José Claudio Mezzalira
Lorena Piacente Nazário
Luis Eduardo Silva
Luisa Claire Reckziegel
Luiza Faé Mantovani
Miguel Philippi
Natacha Kamila Vieira
Rodrigo Piveta Werlang
Rafael Reüs
Serviço: O que: Sarau de Modinhas Brasileiras
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa
Quando: 01/12/2011, às 19h
Entrada gratuita
FONTE: Assessoria de Imprensa FCC

O projeto é parte do Programa de Extensão VivaVoz, promovido pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Ceart. O Sarau contará com a participação especial do professor do Departamento de Música da Universidade, Marcos Holler (cravo) e do professor do Departamento de Moda, Lucas da Rosa (criação e confecção dos figurinos), além de alunos dos cursos de Música e Teatro da instituição.
A modinha é uma das manifestações mais antigas da canção em nosso país, com abordagem lírica e sentimental do amor. Seu auge se deu na segunda metade do século XVIII. No sarau, as canções serão acompanhadas por cravo e violão e os participantes poderão também recitar poesias de forma espontânea.
Ficha técnica:
Coordenação / Direção Geral: Profa. Alicia Cupani
Cravo:
Prof. Marcos Holler
Felipe P. Schlichting
Figurinos:
Prof. Lucas da Rosa Priscila Mello
Beatriz Freitas
Bolsista VivaVoz: Rafael Reüs
Integrantes:
Carlos Rafael Porto
Eduardo João das Neves
José Claudio Mezzalira
Lorena Piacente Nazário
Luis Eduardo Silva
Luisa Claire Reckziegel
Luiza Faé Mantovani
Miguel Philippi
Natacha Kamila Vieira
Rodrigo Piveta Werlang
Rafael Reüs
Serviço: O que: Sarau de Modinhas Brasileiras
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa
Quando: 01/12/2011, às 19h
Entrada gratuita
FONTE: Assessoria de Imprensa FCC
Pesca artesanal da tainha em Florianópolis é tema de exposição
A Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa, recebe até o dia 22 de dezembro a exposição fotográfica Nossa Pesca. Nas imagens, o registro da tradicional pesca artesanal da tainha em Florianópolis.

Cerca de 30 fotografias estão expostas na parte externa do Palácio. As imagens foram extraídas do livro Nossa Pesca: um retrato da pesca da tainha em Florianópolis, de Eduardo Cassol e Filipe Quintanilha, e foram tiradas entre maio e julho de 2011.
O público poderá ver um pouco de como é feita a pesca, que faz parte da cultura dos açorianos que colonizaram a Ilha de Santa Catarina. São retratadas todas as etapas, desde o preparo das redes até a contagem dos peixes após a realização do trabalho em conjunto entre os pescadores.
Exposição Nossa Pesca
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis) de 29 de novembro a 22 de dezembro de 2011, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados e domingos, das 10h às 16h
Gratuito
FONTE: Assessoria de Imprensa FCC

Cerca de 30 fotografias estão expostas na parte externa do Palácio. As imagens foram extraídas do livro Nossa Pesca: um retrato da pesca da tainha em Florianópolis, de Eduardo Cassol e Filipe Quintanilha, e foram tiradas entre maio e julho de 2011.
O público poderá ver um pouco de como é feita a pesca, que faz parte da cultura dos açorianos que colonizaram a Ilha de Santa Catarina. São retratadas todas as etapas, desde o preparo das redes até a contagem dos peixes após a realização do trabalho em conjunto entre os pescadores.
Exposição Nossa Pesca
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa (Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis) de 29 de novembro a 22 de dezembro de 2011, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados e domingos, das 10h às 16h
Gratuito
FONTE: Assessoria de Imprensa FCC
símbolo do apoio e da luta contra a AIDS
A História da Fita Vermelha...
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids. A Atriz Elizabeth Taylor patrocinou a confecção do símbolo.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do vírus, divulgar as necessidades dos que vivem com o HIV/Aids e angariar fundos para promover prestação de serviços e pesquisas.
O laço vermelho foi escolhido pela sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.
Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Mas, ao contrário disso, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a Aids, reforçando a necessidade de ações, pesquisas e, principalmente, de solidariedade aos que convivem com o HIV/Aids.
http://vanguarda-esperanca.blogspot.com/2010/07/historia-da-fita-vermelha.html
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids. A Atriz Elizabeth Taylor patrocinou a confecção do símbolo.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do vírus, divulgar as necessidades dos que vivem com o HIV/Aids e angariar fundos para promover prestação de serviços e pesquisas.
O laço vermelho foi escolhido pela sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.
Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Mas, ao contrário disso, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a Aids, reforçando a necessidade de ações, pesquisas e, principalmente, de solidariedade aos que convivem com o HIV/Aids.
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