terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FUNDAÇÃO CATARINENSE CULTURA CADASTRA GRUPOS DE TEATRO

REPASSE
Carta aos Grupos de Teatro

Se você é um grupo de teatro e ainda não se cadastrou..........

Com o objetivo de atualizar e mapear os grupos de Teatro de Santa Catarina, a Fundação Catarinense de Cultura está solicitando a você o cadastro de seu grupo com as informações conforme exemplo abaixo, e que este seja enviado para o endereço de E-mail: artecenica@fcc.sc.gov.br

Com esse procedimento esperamos a seguir, ter um diálogo mais próximo e freqüente com vocês. Centralizar nossos estudos nas dificuldades dos grupos. Apoiar e estimular o aprimoramento da qualidade das produções, resultando um mercado profissional e construindo a identidade Catarinense.

Também através desde cadastro poderemos enviar aos grupos informações e assuntos sobre Teatro e Cultura.

Passe esta mensagem aos grupos que você conhece.

Nome do Grupo:
Perfil do grupo resumido:
Nome do responsável:
Registro Profissional (se tiver) DRT registro de artista no Ministério do Trabalho:
Registro Empresarial (se tiver ) CNPJ registro do grupo como Empresa:
Endereço:
Cep:
Telefone e Fax:
E-mail:
Pagina na Web:
Nome dos outros integrantes do grupo:
Nome dos espetáculos já executados. (Estilo) (Data) (Dramaturgo) (local da apresentação)

Agradecemos sua colaboração.

Rita Borges
Diretoria de Difusão Artística. Telf. (048) 3953-2310.
Fundação Catarinense de Cultura.

POESIA DO DIA

"A música é o vapor da arte.è para a poesia o que o sonhos é para o pensamento, fluído para o líquido, o oceano das nuvens para o oceano das ondas, ela é o indefinido deste infinito."

o romântico frances VIctor Hugo

A ESCRITURA DE CARTAS AOS AMIGOS

Hoje comecei a colocar a correspondência postal em dia...
havia cartas a serem postadas de até 2 anos atrás
e muitas cobranças dos amigos que por algum tempo não receberam minhas cartas
lembrei deste texto e decidi compartilhar aqui no blog

"De todas as manifestações de amizade e de carinho, a correspondência é uma das mais interessantes, a que toca mais profundamente a sensibilidade de quem escreve e de quem recebe.
Bom e agradável é ver nas mãos do carteiro um envelope com letra amiga, o nome escrito por quem de alguma forma quer a nossa felicidade, o nosso contentamento. Escrever para as pessoas a quem queremos bem deveria ser um exercício de todos os dias, uma espécie de doação espontânea e viva, própria de almas afeitas à camaradagem, ao exercício da saudade construtiva, ao apego positivo e enriquecido. Afinal, a escrita é o gesto gravado com tinta e amor, direto e pessoal, até mesmo quando feito com os recursos mais modernos que não os do próprio punho."

Wanderlino Arruda

aproveite e escreva uma carta... nem que seja para não enviar...

Reabertura do Cine Pitangueira na Casa das Maquinas dia 10/02

Quinta-feira 10 FEV
Sessão Livre - 18h30 - Duração: 52’

O Jardineiro e o Pirata
de Patricia Monegatto e Stella Bloss, SC, 2010, Documentário, 15’
O que levaria um jardineiro a procurar tesouros escondidos há mais de 300 anos? Nildo e Capitão Carontti são dois personagens em um. Um destino traçado “pelas coordenadas do além”.

Dossiê Rê Bordosa
de Cesar Cabral, SP, 2008, Animação, 15’
Fama? Ego Inflado? Espírito de Porco? Quais os reais motivos que levaram Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação? Este documentário em animação stopmotion investiga este vil crime.

Se eu morresse amanhã
de Ricardo Weschenfelder, SC, 2009, Ficção, 22’
O Homem é um pacato bibliotecário que possui uma estranha obsessão: visitar enterros e se fazer passar por conhecido dos mortos. Até que conhece Marta, uma perquisadora de literatura, com mesmos interesses mórbidos. A aproximação entre os dois pode mudar as suas vidas.
Sessão 20h

Tapete Vermelho
de Luiz Alberto Pereira, 2006, Ficção, 100’
Quinzinho tem uma promessa a cumprir: levar seu filho, Neco, à cidade para assistir a um filme do Mazzaropi. Eles moram num pequeno sítio no interior de São Paulo. Nessa verdadeira odisséia por cidades do interior paulista, ele também leva sua esposa Zulmira, que parte a contragosto, e o burro Policarpo. Na jornada, eles encontram peculiaridades regionais e passam por situações mágicas, relacionadas à crendice popular.

O QUE: Sessão Cine Pitangueira
QUANDO: quinta, 10 de Fevereiro, a partir das 18h30
ONDE: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério, Lagoa da Conceição
QUANTO: Entrada Franca e livre

agenda semanal do Café & Cultura


Quarta - Feira, 09/02, teremos Alexandre Siqueira acompanhado de Alexandre Ravagnani, com o melhor da MPB.

Dia 10/02,quinta - feira, Pepe, traz sucessos nacionais e internacionais.

Sexta Feira, 11/02, Sui Generis, nos apresenta o melhor do pop rock nacional e internacional.Imperdível!

sábado dia 12/02 a partir das 20h, teremos Gionanni Sagaz com música instrumental.

Lembrando que:
* Há cobrança de R$ 4,50 por pessoa de couvert artístico (lembrando que o Couvert Artístico é opcional, segundo o Código de Defesa do Consumidor, porém esta é a única remuneração do profissional que vem aqui mostrar seu trabalho e divertir nossas noites.)
* Os shows iniciam por volta das 21h (exceto sábados);
* Aceitamos cartões Visa / Visa Electron, Mastercard/Maestro e AMEX;
* Ambiente com conexão Wifi.

Café e Cultura - Mercado Velho - Itajaí - Santa Catarina - Brasil - 47 3349 40 76

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ABERTURA DAS EXPOSIÇÕES Guarda Roupa Non-eu e Exilados no MHSC

Dia: 10 de fevereiro de 2011
Hora: 19:00

O Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa abre suas portas quinta-feira 10/02 às 19h para dois eventos: a exposição Guarda Roupa Non-eu, da artista plástica paulista Patrícia Khaori Wakamatsu e a mostra fotográfica Exilados, da catarinense fotógrafa Michele Fronzoni. As mostras poderão ser visitadas até o dia 13 de março.

Patrícia Khaori Wakamatsu propõe na exposição Guarda Roupa Non-eu, o questionamento interior na maioria das obras, mas sempre focando o desejo de mundo e de prazer desinteressado em sua plena totalidade. Busca também a pluralidade de experimentações no imprevisível encontro, de novos saberes e de novos olhares, na descoberta do comum em um lugar intersticial.

Neta de imigrantes japoneses, Patrícia nasceu em São Paulo , mas aos 21 anos foi morar no Japão. Aos 23 anos cursou cursou História de Arte Moderna Espanhola na Universidade de Barcelona. No ano de 1997, ainda em Barcelona, contou com a influência de grandes artistas espanhóis para a descoberta das possibilidades legítimas da criação: a intuição. Formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Braz Cubas.

A exposição abordando o tema Exilados de Michelle Franzoni, apresenta o ensaio fotográfico realizado durante o segundo semestre de 2009, em asilos da Grande Florianópolis. Sua proposta está destinada a chamar a atenção da população e das autoridades do estado de Santa Catarina sobre a temática.

Nascida e criada em Florianópolis, atuou como fisioterapeuta por 10 anos, tendo inclusive lecionado no curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade do Estado de Santa Catarina. Em 2008, resolveu cursar a disciplina de História da Arte na UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina. Após, entrou no Bacharelado em Artes Visuais na mesma instituição. Atualmente está também, em fase de conclusão do curso de Doutorado no Programa de Pós Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC).

Serviço: Exposições “Guarda Roupa Non-eu” e “Exilados”
Local: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa
Abertura: 10/02, às 19h
Aberto ao público

Visitação: 10/02/11 a 13/03/11, de terça a sexta, das 10h às 18h
sábado e domingo, das 10h às 16h.

Moema nas artes: a construção de um mito da brasilidade

Semana Victor Meirelles 2011

Oficina teórica

Moema, Victor Meirelles de Lima, óleo sobre tela, 1866, 129 X 190 cm,
Acervo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand MASP

Dias 23 e 24 de fevereiro de 2011
Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles
19h às 22h

A cada ano o Museu Victor Meirelles oferece ao público uma programação especial pela passagem à data de falecimento do artista Victor Meirelles de Lima (22 de fevereiro de 1903). Dentre as atividades agendadas para este ano está a oficina teórica “Moema nas artes: a construção de um mito da brasilidade”, com o pesquisador e professor Alexander Miyoshi, que recentemente concluiu tese de doutorado sobre o assunto na Universidade de São Paulo (USP).

O objetivo da oficina, além de abordar apenas Moema e a versão de Meirelles, é compreender as inserções e repercussões dessa personagem em diferentes obras na literatura, na ópera e nas artes do Brasil, entre o século XIX e o início do XX onde parte significativa da pintura e da escultura seguiu a trilha literária. No Brasil, os indígenas constituíram um tema fundamental, retratados entre o idealismo e o realismo, alçados à condição de nobres ancestrais da nação. Sua representação deu-se em diferentes sentidos, resultando em um tema preferido dos artistas: o do selvagem como vítima, sacrificado em prol das alianças com os brancos. A mulher indígena, abandonada, constituiu-se em seu mais caro símbolo.

Programa:

1) Origem histórica e literária de Moema e a recriação do mito por Victor Meirelles;
2) Relação com o exotismo e o erotismo internacionais: Atala, Minnehaha, Ofélia e outras personagens;
3) Diferentes nativismos e incorporações da imagem do índio no nacionalismo brasileiro;
4) Versões de Moema feitas por Pedro Américo, Rodolpho Bernardelli e Pedro Bruno; o “confronto” com Paraguaçu, Pocahontas, Malinche, Iracema, Lindoia e outras indígenas.

Ministrante:
Alexander Gaiotto Miyoshi é doutor em história da arte com a tese "Moema é morta", defendida em 2010 no IFCH Unicamp. O trabalho envolve arte e literatura do século XIX, centrando-se na obra de Victor Meirelles. Em 2007, concluiu o mestrado no mesmo Instituto, com dissertação sobre a arquitetura do Masp. Graduou-se em arquitetura e urbanismo na FAU-USP em 2000 e trabalhou como arquiteto até 2005. Foi secretário da Revista de História da Arte e Arqueologia da Unicamp entre 2007 e 2010. Publicou artigos em periódicos e lecionou história da arte e da arquitetura em diferentes instituições. Vem se dedicando ao estudo da arte, museologia e arquitetura no Brasil, entre os séculos XIX e XXI.

Pré-inscrição até 17 de fevereiro de 2011.

A oficina é gratuita e tem como público-alvo professores, pesquisadores, historiadores, artistas visuais, estudantes e o público geral. Serão 50 vagas disponibilizadas. O critério de seleção será a análise das respostas enviadas pelo candidato ao questionário que segue abaixo. O processo seletivo e os critérios adotados são de responsabilidade da equipe da Agenda Cultural do Museu Victor Meirelles. Interessados em participar devem encaminhar até o dia 17 de fevereiro de 2011 seu pedido de inscrição com os dados abaixo para museu.victor.meirelles@iphan.gov.br. O resultado da seleção será divulgado por e-mail até o dia 18 de fevereiro.

Nome completo:
Telefone:
E-mail:
Formação:
Área de atuação profissional:
Instituição:
É membro da Associação de Amigos do Museu Victor Meirelles?
Por que tem interesse em participar desta oficina?

Pedimos aos inscritos que tiverem seu pedido de inscrição deferido e não puderem comparecer à oficina que avisem o quanto antes para que possamos disponibilizar as vagas para outros interessados. Informamos que aqueles que não comparecerem à oficina após terem seus nomes inscritos não poderão frequentar outra oficina do Museu Victor Meirelles ao longo do ano de 2011, salvo justificativa comprovada da ausência.

O quê: Oficina de formação em História da Arte, com Luciane Garcez.
Onde: Sala multiuso do Museu Victor Meirelles.
Quando: 1º, 3, 8 e 10 de fevereiro de 2011, carga horária de 12h/a distribuídas em quatro noites das 19h às 22h (certificados serão emitidos apenas para os inscritos que obtiverem 75% de freqüência na oficina)..
Quanto: Gratuita.

Para saber mais sobre o museu, acesse o site: www.museuvictormeirelles.org.br

EXPOSIÇÃO COSMORELIEF DO ARTISTA FERNANDO LINDOTE

POESIA DO DIA

"No mais, mesmo, da mesmice, sempre vem a novidade."

Guimarães Rosa

sábado, 5 de fevereiro de 2011

RERLEXÃO



"Ser cidadão não é viver em sociedade,
é transformá-la."

Augusto Boal