quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

OFICINA DE VÍDEO NO SESC ITAJAÍ

Coordenação da oficina: Beto e Lallo Bocchino (Pangéia Produções – Itajaí)
www.produtorapangeia.blogspot.com
Local: SESC-ITAJAÍ (Av. Marcos Konder, 888)
Carga horária: 40 horas
Duração: 5 dias (10 - 14/01)
Horário: 19h – 22h

Metodologia:
1° dia (PRÉ-PRODUÇÃO)
Técnicas de pré-produção.
Técnicas de escolha do tema, dos personagens e cenários.
Técnicas e normas para a realização de um roteiro.

2° - 3° - 4° dia (PRODUÇÃO)
Técnicas de captação de imagens.
Técnicas de entrevista.
Técnicas, normas e procedimentos de manuseio de equipamentos
Técnicas de escolhas das captações de imagens.

3° - 4° - 5° dia (PÓS-PRODUÇÃO)
Técnicas, normas e procedimentos da pós-produção.
Técnicas de decupagem.
Técnicas de montagem do roteiro final.
Técnicas de analise de imagens e entrevistas captadas.
Técnicas de armazenamento de imagens em hard disc do computador e nomeação de acordo com o pré-roteiro estabelecido.
Técnicas sobre escolha e a importância da trilha sonora e da identidade visual dentro da produção.
Técnicas, normas e procedimentos de edição de vídeo-documentário.
Técnica de finalização

O produto final de cada oficina será um vídeo documentário ou ficção em curta metragem produzido pelos oficineiros, sob coordenação da Pangéia Produções.

Mais informações e inscrições:
Setor de Cultura - SESC-Itajaí-SC - Fone: (47)3349-4096 / 9946-3388

Encontro Catarinense de Bandas

Jaraguá do Sul/Sc

Entre os dias 20 e 23 de Janeiro de 2011, abrindo a programação do VI FEMUSC, este Encontro visa a difusão do patrimônio cultural musical e a manutenção das tradições das Bandas de Música de Santa Catarina. A troca de experiências entre os músicos, assim como proporcionar o seu aprimoramento técnico, são questões relevantes. Oferecer um repertório de qualidade, de compositores para Banda Sinfônica e também valorizar o repertório brasileiro para Banda, o aprimoramento técnico intrínseco ao manuseio dos instrumentos, assim como técnicas de interpretação de repertório, o desenvolvimento das habilidades e os saberes artísticos são temas pertinentes ao Encontro Catarinense de Bandas. Neste sentido, o Instituto Femusc vem contribuir para oferecer às Bandas catarinenses o aprimoramento e também oportunizar às corporações uma vivência musical em sua plenitude.

Coordenação:Dietmar Wiedmann (Alemanha) e Luiz Lenzi (Brasil)

Professores:
Flauta: Curt Schroeter / Orq. Sinfonica Guido Cantelli – Milão/Itália
Oboé: Luis Carlos Justi / Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Clarinete: Cristiano Alves / Orquestra Sinfônica Brasileira
Fagote: Catalina Guevara Klein / Escola de Música SCAR-FEMUSC
Trompete: Flávio Gabriel / Orq Sinfônica do Estado de SP
Trompa: Luiz Garcia / Orquestra Sinfônica Brasileira
Trombone: A ser confirmado
Tuba: A ser confirmado
Contrabaixo: Sérgio de Oliveira / Instituto Baccarelli - Heliópolis
Percussão: Fábio Oliveira / Universidade Federal de Goiânia
Saxofone: Dílson Florêncio – UFMG
Regência: Dietmar Wiedmann e Luiz Lenzi
(Quadro de professores sujeito a alterações)

Programação:
20/01 – 20h30 - Abertura do VI Festival de Música de Santa Catarina - FEMUSC 2011

21/01 - Início das atividades do III Encontro Catarinense de Bandas, com a agenda abaixo se mantendo até o dia 23/01:

- 09h30 - 12h30 - Classes Instrumentais

- 14h00 - 17h30 – Ensaios

- 19h00 - 20h00 - Concertos com Bandas Participantes

23/01 – 20h30 - Concerto de encerramento do Encontro com Mega Banda formada por todos os participantes.

Vagas, Inscrições e Matrículas

Serão disponibilizadas vagas para 180 músicos. As inscrições devem ser feitas individualmente e iniciam em 01 de setembro de 2010, com aceite por ordem de recebimento das fichas de inscrição.

A confirmação da matrícula ocorre mediante pagamento de R$ 100,00 por boleto bancário (instruções serão enviadas posteriormente aos selecionados).

Aos participantes serão oferecidas classes com professores renomados, entrada para todos os concertos do encontro, material didático, alojamento simples, alimentação, transporte alojamento - campus e certificado.

Email: festival@femusc.com.br - Telefone: +55 47 3373 8652

Exposição “Contaminações – Linhas da Infância”



Abertura da Exposição “Contaminações – Linhas da Infância”

A partir do dia 09 de setembro, o Museu Histórico de Santa Catarina recebe a exposição “Contaminações – Linhas da Infância”. A mostra apresenta 25 imagens desenvolvidas pelos artistas catarinenses Philippe Arruda, Juliana Hoffmann, Susana Bianchini e Dirce Körbes e pelo artista gaúcho radicado em Florianópolis Carlos Asp, com coordenação e produção cultural de Chris Ramirez – Tí Hervè Produção. As obras foram realizadas em processo coletivo. Cada artista manteve uma obra de sua autoria e entregou outras quatro para sofrerem intervenções, resultando em 20 “contaminações” .

O projeto propõe a discussão sobre o processo criativo nas áreas de artes plásticas, pintura e fotografia e traz debates onde serão expostas reflexões sobre os meios e conclusões de uma obra de arte, além das questões das obras coletivas e de ampliação de acesso.

As imagens tramam a infância e os segredos dessas memórias fragmentadas. Suas formas mostram, por detrás das linhas, cores, colagens, fotografias, o devir da memória. De outro lado, esse jogo das formas e do processo proposto funda a reflexão teórica, instigam a discussão e movimentam uma ação pedagógica.

O público terá acesso a um catálogo com todas as obras expostas e textos da professora Anita Koneski. Além disso, em parceria com a ACIC – Associação Catarinense para Integração do Cego, a exposição discute as possibilidades de acesso à arte pelos portadores de necessidades visuais. Serão expostos também painéis com textos em versão Braille, descrevendo o processo criativo e as questões que devem ser pensadas quanto ações e meios, quando propomos acessibilidade, o projeto Contaminações propõe esta provocação.

No dia 24 de setembro ás 14 h, haverá um debate sobre o assunto, onde serão convidados, outros artistas, produtores culturais, representantes das mídias e softwares digitais que prevêem acessibilidade a portadores de necessidades especiais, além de formadores de opinião e sociedade em geral.

A visitação é gratuita. O projeto é uma realização dos cinco artistas, uma mediadora, uma produtora e da Associação Cultural Alquimídia.org, contando com apoio da Over Digital, e do MHSC - Governo do Estado de SC , com incentivo federal da Lei Rouanet e patrocínio da Tractebel Energia.

ARTISTAS:
Philippe Arruda - Juliana Hoffmann - Susana Bianchini - Dirce Körbes - Carlos Asp
LOCAL: Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa – Praça XV de Novembro, 227 – Centro – Florianópolis
ABERTURA: 09 de setembro de 2010, 19h, quinta-feira
VISITAÇÃO: de 10 de setembro a 03 de outubro, terça-feira à sexta-feira
das 10 às 18h; Sábados e domingos, das 10h às 16h.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Em janeiro 2 Exposições do itajaiense Silvestre recebem turistas

A exposição “A Cerâmica Alquímica de Silvestre João de Souza Júnior”, estará aberta durante todo o mês de janeiro.

A Exposição apresenta Cerâmicas artísticas, trabalhos frutos de pesquisas que o artista desenvolve a cerca de 20 anos e que integram seu acervo e que integra a série de exposições que acontecem desde julho de 2010 para celebrar os 40 anos de trajetória do artista itajaiense.
A visitação é possível de terças a sextas-feiras das 09:00 as 18:00, aos sábados das 09:00 as 13:00 e aos domingos das 14:00 as 18:00 horas até janeiro de 2011, na Sala I de Exposições do Museu Histórico de Itajaí, no Palácio Marcos Konder à Rua Hercílio Luz, 681 - Centro – Itajaí – SC.
Os visitantes poderão acompanhar a trajetória do artista através do estudo e da vivência da Arte Cerâmica, as peças à mostra são resultados de estudos avançados de Tradições Orais e Técnicas de Esmaltação descobertas na Dinastia Song e na Arábia na Idade Média com os Esmaltes Cerâmicos Especiais.
A exposição “A Cerâmica Alquímica de Silvestre João de Souza Júnior”, foi realizada pela a artista Cláudia Regina Telles, que fez também a pesquisa, registros fotográficos, arte, textos e assina a curadora da mostra. O apoio cultural é do Porto de Itajaí e Fundação Cultural de Itajaí, com parceria é do Museu Histórico de Itajaí/Fundação Genésio Miranda Lins.
As cerâmicas não estão à venda, são apenas para apreciação estética.
Todos são convidados a viajar através da história da cerâmica alquímica do artista itajaiense Silvestre João de Souza.

outras informações e agendamento de entrevista com artista
ceramicalquimica@gmail.com
SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO http://ceramicalquimica.blogspot.com/

Exposição Memorial da trajetória artística de Silvestre João de Souza Júnior - 40 anos dedicados à Arte

Em junho de 2010 o artista itajaiense Silvestre completou 60 anos de idade e 40 de vida artística, desde então acontecem séries de exposições que apresentam sua obra.
A Exposição Memorial da trajetória artística de Silvestre João de Souza Júnior - 40 anos dedicados à Arte, traça uma linha do tempo com textos e imagens que narram a história a vida artística de Silvestre, fica aberta a visitação até 28 de fevereiro de 2011, na Secretaria de Turismo durante a temporada de turismo marítimo, no endereço Av. Prefeito Paulo Bauer, 800 – Centro – Itajaí - Santa Catarina – Brasil (próximo ao Pier Turístico ou ao lado da Praça Vidal Ramos).
A visitação é de segunda a sexta-feira das 08:00 as 13:30 horas e durante todo o dia nas datas de chegadas e partidas dos navios, a agenda completa você confere no site www.pierturisticoitajai.com.br/programacao.php

http://silvestrejoaodesouzajunior.blogspot.com/

FEIRA DE ARTESANATO DE ITAJAÍ


Mais de 50 artesãos comercializam seus trabalhos na praça Vidal Ramos. No local é possível encontrar toalhas, bordados, tapetes, colchas, aventais, roupas e até bijuterias.
FEIRA DE ARTESANATO - Endereço - Praça Vidal Ramos - Centro - Itajaí - SC

II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços 2011

O Portal Amigos do Livro e a GSC Eventos Especiais estão organizando o II Concurso de Poesias Amigos do Livro / Flipoços - 2011, para autores brasileiros, maiores de 16 anos.
O tema é livre e a inscrição é grátis. O Concurso tem por objetivo descobrir novos talentos e promover a literatura brasileira.
Ao fazer a inscrição, o Autor estará concordando com as regras do concurso, inclusive autorizando a publicação da obra em antologia pela Scortecci Editora e responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral.
GSC Eventos Especiais, empresa responsável pelo FLIPOÇOS - Festival Literário de Poços de Caldas - MG, escolherá uma Comissão Julgadora composta de 3 (três) membros de renomado prestígio literário e uma Comissão Organizadora que resolverá os casos omissos deste regulamento, se houver.

PRÊMIO:
Publicação em Antologia dos 40 (quarenta) trabalhos selecionados pela Comissão Julgadora do I Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços - 2010.
A título de Direito Autoral cada autor receberá gratuitamente 5 (cinco) exemplares da antologia editados pela Scortecci Editora e entregues pela GSC Eventos Especiais.

RESPONSABILIDADES:
GSC Eventos Especiais: 1) Escolha e Indicação da Comissão Julgadora do Concurso; 2) Promoção e Divulgação do II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços - 2011; 3) Envio e postagem dos exemplares da antologia para os 40 (quarenta) Autores Vencedores do II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços - 2011.
Scortecci Editora: 1) Editoração e Impressão da antologia do II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços - 2011; 2) Inscrições e suporte pela Internet através do Portal Concursos e Prêmios Literários.

DADOS TÉCNICOS DA OBRA
400 (quatrocentos) exemplares, formato 14 x 20,7 cm, miolo P&B, capa 4 cores em papel 250 gramas, sendo: 200 (duzentos) exemplares para os Autores Vencedores do II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços 2011, 50 (cinquenta) exemplares para a GSC Eventos Especiais, 50 (cinquenta) exemplares da Divulgação e Mídia e 100 (cem) exemplares para a Scortecci Editora comercializar ao preço de R$ 20,00 cada, através da Livraria Asabeça.

Autores vencedores do II Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços - 2011 poderão adquirir exemplares extras diretamente com a editora com 50% de desconto, mais despesas de remessa.

CRONOGRAMA:
- Inscrições: até 15 de março de 2011. AQUI.
- Resultado: Durante a Flipoços de 2011 - Poços de Caldas - MG.

- Lançamento da antologia: Agosto de 2011.
Informações: flipocos@concursosliterarios.com.br ou (11) 3032.6501 / 3032.1179

TERNO DE REIS6º FESTIVAL DE TERNO DE REIS – CANTORES DA PAZ



08 DE JANEIRO DE 2011
Local: Teatro Municipal de Itajaí
MÚSICA

Endereço - Rua Gregório Chaves, 111 - Fazenda - Itajaí - SC

O festival conta com a participação de 11 grupos de ternos de reis, incluindo grupos das cidades de Blumenau, Indaial, Barra Velha, São José, Canelinha e Orleans.

Entrada: gratuita

POESIA DO DIA


A água chia no púcaro que elevo à boca.
«É um som fresco» diz-me quem me dá a bebê-la.
Sorrio. O som é só um som de chiar.
Bebo a água sem ouvir nada com a minha garganta.

"Poemas Inconjuntos". Poemas Completos de Alberto Caeiro.

sábado, 1 de janeiro de 2011

saudações

stoom... os primeiros sons do ano... tim tim... brinde luminoso...

um brinde as possibilidades e renovação do novo ano... que o tempo seja nosso aliado e não nosso algoz...

estouros... a pirociência dos fotos no seu artíficio de embelezar o céu...

CALENDÁRIOS - o tempo medido e contado

Fiz uma pequisa superficial na WEB, sobre os calendários e selecionei alguns textos sobre como o homem histórico de várias culturas resolveu as suas questões com o tempo, com diversas finalidade inclusive, a organização social
bom proveito

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Calendário é um sistema para contagem e agrupamento de dias que visa atender, principalmente, às necessidades civis e religiosas de uma cultura. A palavra deriva do latim calendarium ou livro de registro, que por sua vez derivou de calendae, que indicava o primeiro dia de um mês romano. As unidades principais de agrupamento são o mês e o ano.
A palavra calendário é usada também para descrever o aparato físico (geralmente de papel) para o uso do sistema (por exemplo, calendário de mesa), e também um conjunto particular de eventos planejados.

Calendário gregoriano – 2011 – MMXI
Um ano trópico, também chamado ano das estações ou ainda ano solar, é o intervalo de tempo que o Sol leva a realizar uma volta aparente em torno da Terra (consequência da translação do planeta), partindo do primeiro ponto vernal, ou ponto Gama, e retornando a ele. Ou seja, é o período de translação da Terra.
O calendário se baseia no ano trópico, que tem uma duração de 365,2422 dias solares médios, ou 365d 5h 48m 46s. É por essa razão, duração ligeiramente maior do que 365 dias, que existe o ano bissexto.
O ponto Gama tem como oposto o ponto Libra e ambos situam-se sobre o equador celeste e sobre a eclíptica simultaneamente. São interligados pela linha dos equinócios que, por sua vez, é resultado da intersecção do plano do equador celeste com o plano da eclíptica (por essa razão os globos terrestres são sempre inclinados em relação ao tampo de qualquer mesa - que representa o plano da eclíptica). Em razão do movimento da precessão (que se realiza no sentido retrógrado), o plano do equador celeste realiza mudanças de posição, continuamente, no espaço ao longo do tempo fazendo com que a linha dos equinócios realize um giro completo (360º) em 25 800 anos!
Esse movimento da linha dos equinócios faz com que o ponto Gama gire no sentido retrógrado (contrário ao sentido direto) indo de encontro ao Sol, que no seu movimento aparente gira no sentido direto, determinando um ano um pouco mais curto que o do ano sideral, cuja duração é de 365,2563 dias solares médios, ou 365d 6h 9m 10s.

Ab urbe condita – 2764
Ab urbe condita (normalmente abreviado AUC ou a.u.c.) é uma expressão latina que significa 'desde a fundação da cidade'. Refere-se principalmente na numeração dos anos desde a fundação de Roma.

Calendário arménio – 1460
No Calendário armênio, as datas são marcadas pelas letras ԹՎ ou parecidas, costumeiramente com uma linha sobre as letras, indicando "t'vin" ("no ano") seguido por uma ou até quatro letras, cada uma significa um número baseado na ordem do alfabeto. Na Idade Média, os arménios usavam um calendário que começava no ano de 552 a.C, como o começo da era armênia. Para traduzir em anos comums, adicione 551 ao número.

Calendário chinês - 4707 – 4708
O calendário chinês (Chinês Xia Li (夏曆), Tradicional: 農曆, Chinês Simplificado : 农历, pinyin: nónglì) é o mais antigo registro cronológico de que se tem registro na história. É um calendário que se utiliza tanto do Sol quanto da Lua. A partir dele surgiu o horóscopo chinês. Na Ásia diversos países adotam calendários parecidos com o chinês.
O calendário chinês é lunissolar. Cada ano possui doze lunações acarretando em um total de 354 dias. Para não se perder a sincronia com o ciclo solar (de 365,25 dias), são acrescentados a cada oito anos noventa dias ao calendário, ou, aproximadamente duas lunações. Desta forma não se perde a sincronia nem com o ciclo solar, nem com o lunar. Por isso, considera-se que o calendário chinês é lunissolar.
Em 2010, estamos no ano 4708 do calendário chinês.

Calendário hebraico - 5771 – 5772
Calendário judaico ou Hebraico (do hebraico הלוח העברי) é o nome do calendário utilizado dentro do judaísmo para a determinação da data das festividades, dos serviços religiosos e de outros eventos da comunidade.
O calendário hebraico é um calendário do tipo lunar baseado nos ciclos da Lua, composto alternadamente por 12 ou 13 meses de período igual ao de uma lunação, de forma a que o primeiro dia de cada mês é sempre o primeiro dia de lua nova. Nos tempos bíblicos a determinação dos tempos era realizada pela observação direta de testemunhas designadas para este fim, método seguido pelos Caraítas até os dias de hoje, os quais determinam o primeiro mês do ano como Abib.
O método atual entre os judeus rabínicos no entanto é um calendário fixo criado devido à necessidade de um calendário permanente para comunidades que vivessem fora de Israel. Este calendário tem base lunar, mas ajusta-se pelo calendário solar (enquanto o Calendário antigo ajustava-se pela maturação da colheita) para a inclusão de um novo mês, além de determinar o início do ano no mês de Tishrei.

Calendários hindus

- Vikram Samvat - 2066 – 2067 - Shaka Samvat- 1933 – 1934 - - Kali Yuga5112 – 5113
Uma ilustração contanto o calendário Hindu do ano de 1871-72.
O termo calendário hindu é um pouco confuso, pois ele se refere a um conjunto de calendários regionais da Índia, que se comportam de formas distintas, assim como o calendário nacional indiano.
O governo da Índia adota um calendário nacional, o Calendário hindu, em 1957 para unificar os cerca de 30 calendários existentes no país, usados para determinar festas religiosas hinduístas, buditas, jainistas, islâmicas. Embora coincida com o gregoriano na contagem de dias e nos anos bissextos, o novo calendário conta o tempo a partir da Era Saka, que corresponde ao ano 79 da Era Cristã.

Calendário persa - 1389 – 1390
O calendário persa (também conhecido como calendário iraniano ou calendário Jalali) é um calendário solar utilizado no Irão (desde 1925), no Afeganistão (desde 1957) e em regiões vizinhas, particularmente em alguns países da Ásia Central e algumas regiões curdas da Mesopotâmia. Deriva do calendário zoroastriano da Pérsia pré-islâmica.
O calendário Jalali (em pársi: گاهشماری جلالی), antecessor do calendário iraniano, foi introduzido em 15 de março de 1079 pelo sultão seljuk Jalal al-Din Malik Shah I, baseado nas recomendações de uma comissão de astrônomos, incluindo Omar Khayyam, do observatório imperial da capital Isfahan. Os meses eram computados com base nos movimentos solares através do zodíaco, um sistema que integrava idéias do Surya Siddhanta, tratado de astronomia indiano, do século IV ou V). Mais tarde (1258), algumas idéias do calendário chinês também foram incorporadas. O calendário Jalali permaneceu em uso durante oito séculos.
O calendário iraniano é considerado mais preciso que o calendário gregoriano, já que no calendário gregoriano há um erro de 1 dia a cada 3320 anos, ao passo que, no calendário persa, há um erro de 1 dia a cada 3,8 milhões de anos. Além disso, o sistema de alternância de anos normais e anos bissextos do calendário persa é mais preciso do que o do calendário gregoriano. O ano persa inicia-se usualmente no dia 20 ou 21 de março, quando ocorre o equinócio vernal no hemisfério norte, precisamente determinado pelos observatórios astronômicos localizados em Teerão e Cabul.
O dia 1º de Janeiro de 2000 correspondeu ao 11 de Dej de 1378, pelo calendário iraniano.
Em 21 de março de 2010, começou o ano 1389 do calendário persa.

Calendário islâmico - 1432 – 1433
O calendário islâmico ou calendário hegírico é um calendário lunar composto por doze meses de 29 ou 30 dias com um total de cerca de 354 dias. A contagem do tempo deste calendário começa com a Hégira - a fuga de Maomé de Meca para Medina, em 16 de julho de 622. O mês começa quando o crescente lunar aparece pela primeira vez após o pôr-do-sol. Tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar.[1]
Este calendário não corrige o facto de o ano lunar não corresponder ao ano solar. Deste modo, os meses islâmicos retrocedem a cada ano que passa; eles mudam-se em relação ao Calendário Gregoriano. Uma vez que o calendário islâmico é cerca de 11 dias mais curto que o calendário solar, os feriados muçulmanos acabam por circular por todas as estações.

Calendário rúnico – 2261
O calendário rúnico era baseado nas runas desenvolvidas pelas antigas culturas nórdicas ou germânicas que habitavam as regiões da atual Alemanha e Escandinávia.
O início do ano, pelo calendário rúnico ocorria no dia 23 de Junho, representado pela runa Feob.

O Calendário egípcio é considerado um dos primeiros calendários conhecidos da história da humanidade e está ligado com a sua ocupação nas margens do rio Nilo. Imagina-se que a razão dos egípcios em criar o calendário deva-se à necessidade de se preparar à época de plantio. Desde o paleolítico, período que abrange o uso da primeira pedra lascada, há 10 milhões de anos atrás até o início do Neolítico, cerca de 10 mil anos atrás, se observa a presença do homem no entorno do rio Nilo, no Egipto.
Acredita-se que inicialmente o egípcios utilizavam o calendário lunar que está associado com a revolução sinódica da Lua e que dura 29,5 dias. O ano lunar, para os egípcios era composto de 12 aparições da Lua, perfazendo 354 dias. Uma das razões para se acreditar nesta hipótese está relacionada com a própria palavra Mês, ou em inglês, "Month" e que está associado com a palavra Lua, em inglês "Moon".
Iniciou a contagem do tempo com a construção das Pirâmides de Gizé sob a constelação de Orion na conjução Sol/Terra - Sirius/Canopus na Via Láctea. O calendário egípcio é conhecido desde o Terceiro Milênio a.C. e tem início com a enchente anual do rio Nilo. O ano é composto de 365 dias, divididos em 12 meses de exatos 30 dias, acrescentando-se 5 dias extras ao final para comemorar o aniversário dos deuses Osíris, Horus, Ísis, Neftis e Set.
O calendário solar é utilizado primeiramente no Egito, mas ressalte-se aqui que os 12 meses de 30 dias cada são baseados na lua. O ano tem 365 dias, mas as 6 horas a menos do ano solar representam um atraso de um dia a cada quatro anos.
O calendário egípcio foi estudado e reconhecido pelos astrônomos gregos, tendo se tornado o calendário base da astronomia por muito tempo.

O Calendário Asteca, também conhecido como Pedra do Sol, é o calendário utilizado pelos astecas, povo que habitou a região do México até meados do século XVI. Este calendário era baseado no ano solar, assim possuindo 365 dias. O calendário asteca possui semelhanças com o calendario de fhufuim
Reconstituição do calendário asteca com suas possíveis cores originais

O calendário maia é um sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela civilização maia da Mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala.
Estes calendários podem ser sincronizados e interligados, suas combinações dando origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos calendários maias baseiam-se em um sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do século VI a.C.. Tem muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos astecas, os calendários maias são os melhores documentados e compreendidos.
Pela tradição da mitologia maia, como está documentado nos registros colonais iucatecas e reconstruído de inscrições do Clássico Tardio e Pós-clássico, a deidade Itzamna é frequentemente creditada como tendo levado o conhecimento do sistema de calendários aos maias ancestrais, junto com a escrita em geral e outros aspectos fundacionais da cultura maia.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.