Oficina temática do Núcleo de Estudos Negros está com inscrições abertasO Núcleo de Estudos Negros está com inscrições abertas para a oficina temática Populações afro-brasileiras: religiosidades, saberes e manifestações culturais. O evento será realizado no dia 8 de fevereiro de 2012, na sede do Porto Seguro, em São José, a partir das 14h. As vagas são limitadas.
A oficina será ministrada pelo doutorando em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Marcos Rodrigues da Silva, que também é professor da Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb), teólogo com vasta experiência no debate sobre relações étnico-raciais e religião.
As inscrições podem ser feitas através do e-mail: nen@nen.org.br e do telefone (48) 3259-6847. Os participantes receberão certificado de participação.
O evento conta com o apoio da Brazil Foundation, da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio do Programa de Pequenas Doações - JAPER, da Fundação Municipal de Turismo e Cultura de São José e da Fundação Municipal de Esporte e Lazer do município de São José.
Apoio na divulgação: Sistema Estadual de Museus (SEM/SC)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Exposição"100 anos da Guerra do Contestado"
O município de Canoinhas inicia as homenagens aos 100 anos da Guerra do Contestado, com exposição de pintura em tela de artistas locais e regionais no Museu de Artes de Canoinhas.
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.
Tendo como principais causa a construção da estrada de ferro São Paulo ao rio Grande do Sul, o inicio das atividades da empresa Southern Brazil Lumber&Colonization Company, problemas sociais , a falta da regularização da posse de terras, a insatisfação popular e o fanatismo religioso.
Exposição: 100 anos da Guerra do Contestado
Visitação: segunda a sexta-feira, das 12h30 às 17h.
Período: 25 de janeiro a 25 de fevereiro
A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.
Tendo como principais causa a construção da estrada de ferro São Paulo ao rio Grande do Sul, o inicio das atividades da empresa Southern Brazil Lumber&Colonization Company, problemas sociais , a falta da regularização da posse de terras, a insatisfação popular e o fanatismo religioso.
Exposição: 100 anos da Guerra do Contestado
Visitação: segunda a sexta-feira, das 12h30 às 17h.
Período: 25 de janeiro a 25 de fevereiro
POESIA DO DIA
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Anda. Curta metragem de Silvestre João de Souza Júnior
O registro espontâneo do curta metragem ANDA, produzido durante a oficina de documentários no SESC Itajaí em novembro de 2011/PANGÉIA, entremeado de memórias de Silvestre João de Souza Júnior, um fragmento de Anda, agora integra os últimos registros do Casarão Bauer, mais uma edificação histórica que é destruída em Itajaí. (veja o que diz a matéria)
"Itajaí: Casarão Bauer é parcialmente demolido
25 de janeiro de 2012
Parte do casarão Bauer foi demolida na terça-feira. A construção, da década de 1920, é parcialmente tombada pelo patrimônio histórico estadual e municipal. As paredes que foram abaixo haviam sido construídas posteriormente, e não estavam protegidas por lei. Os proprietários devem abrir um estacionamento no local.
A demolição foi autorizada pela Secretaria Municipal de Urbanismo, embora houvesse parecer contrário do Conselho Municipal de Patrimônio. Os conselheiros esperavam um laudo técnico, para confirmar se a derrubada poderia desestabilizar a construção, antes de autorizar a intervenção.
Paulo Praun Cunha Neto, secretário de Urbanismo, diz que a demolição foi autorizada pelo município porque a parte do prédio não protegida pelo patrimônio histórico estava deteriorada.
_ Já tava praticamente demolida, corria o risco de desabar sobre a rua a qualquer momento.
Segundo Cunha Neto, a licença expedida condicionou a derrubada a providências, a serem tomadas pelos proprietários, para que o restante do prédio não fosse danificado. Se for comprovado prejuízo ao patrimônio histórico, os responsáveis serão responsabilizados.
Híbrido de casa e complexo industrial, o casarão Bauer tem arquitetura eclética, típica das construções do século passado. Localizado na Avenida Prefeito Paulo Bauer, de frente para o Rio Itajaí-Açu, abrigou por vários anos, no térreo, depósito de mercadorias que eram embarcadas nos navios.
O andar superior foi sede do Hotel Catarinense e do primeiro curso ginasial da cidade, o Ginásio Itajaí – inaugurado em 1948
http://wp.clicrbs.com.br/litoral/2012/01/25/itajai-casarao-bauer-e-parcialmente-demolido/?topo=52,2,18,,159,77
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Os desenhos das crianças como produções simbólicas
Conhecer a infância: os desenhos das crianças como produções simbólicas
Manuel Jacinto Sarmento In: Das Pesquisas com crianças à complexidade da infância - Altino J. Martins Filho & Patrícia D. Prado (Orgs.) - Campinas, SP: Autores Associados, 2011.
Extrato retirado do texto:
" Ouvir a voz das crianças: esta expressão condensa todo um programa, simultaneamente teórico, epistemológico e político.
O programa teórico assenta na constatação de que as crianças têm sido silenciadas na afirmação da sua diferença ante os adultos, e na expressão autónoma dos seus modos de compreensão e interpretação do mundo; estudar as crianças como actores sociais de pleno direito, a partir do seu próprio campo, e analisar a infância como categoria social do tipo geracional é o objectivo a que se tem proposto a sociologia da infância, para quem "ouvir a voz das crianças" se constitui mesmo como uma directriz vertebradora na compreensão de factos e dinâmicas sociais em que as crianças contam (Qvortrup, 1991; Corsaro, 1997; James, Jenks & Prout, 1998; Sirota, 1998, Mayal, 2002). O programa epistemológico manifesta-se na ideia, cara à abordagem socioantropológica da infância, de que entre o mundo adulto e as crianças existe uma diferença que não é apenas de nível de registo ou de maturidade comunicativa, mas radica na alteridade da infância, insusceptível de ser resgatada pela memória que os adultos possuem das crianças que foram, mas que se exprime na peculiar organização do simbólico que a mente infantil e as culturas da infância proporcionam. O programa político exprime-se na constatação de que as crianças permanecem excessivamente afastadas dos núcleos centrais de decisão sobre aspectos que dizem respeito às condições colectivas de existência e que esse afastamento, sendo a expressão da dominação adulta, é um modo de hegemonia e de controlo, cujo resgate não encontra outra possibilidade senão precisamente por tornar presente a voz das crianças na participação social e na decisão política (Lee, 2001).
No entanto, o paradoxo maior da expressão "ouvir a voz das crianças" reside não apenas no facto de que ouvir não significa necessariamente escutar, mas no facto de que essa "voz" se exprime frequentemente no silêncio, encontra canais e meios de comunicação que se colocam fora da expressão verbal, sendo, aliás, frequentemente infrutíferos os esforços por configurar no interior das palavras infantis aquilo que é o sentido das vontades e das ideias das crianças. Mas essas ideias e vontades fazem-se "ouvir" nas múltiplas outras linguagens com que as crianças comunicam. Ouvir a voz é, assim, mais do que a expressão literal de um acto de auscultação verbal (que, aliás, não deixa também de ser), uma metonímia que remete para um sentido mais geral de comunicação dialógica com as crianças, colhendo as suas diversificadas formas de expressão.
O desenho infantil insere-se entre as mais importantes formas de expressão simbólica das crianças. Desde logo, porque o desenho precede a comunicação escrita (na verdade, precede mesmo a comunicação oral, dado que os bebés rabiscam antes ainda de articularem as primeiras palavras). Depois, porque o desenho infantil, não sendo apenas a representação de uma realidade que lhe é exterior, transporta, no gesto que o inscreve, formas infatis de apreensão do mundo - no duplo sentido que esta expressão permite de "incorporação" pela criança da realidade externa e de "aprisionamento" do mundo pelo acto de inscrição - articuladas com as diferentes fases etárias e a diversidade cultural. Nesse sentido o desenho infantil comunica, e fá-lo dado que as imagens são evocativas e referenciais de modo distinto e para além do que a linguagem verbal pode fazer.
Numa perspectiva sociológica, o desenho infantil não apenas releva de uma personalidade singular, a criança, por quem é elaborado e construído, mas inscreve-se na produção simbólica de um grupo social de tipo geracional - a infância -, que possui um estatuto específico na sociedade, e que, embora partilhe com os outros grupos geracionais as formas culturais múltiplas e complexas socialmente presentes, apresenta igualmente elementos culturais não redutíveis a essas formas, mas dependentes da condição infantil.
O desenho das crianças necessita por isso de ser analisado num triplo enquadramento, articulando as várias dimensões de análise: primeiro, como um acto realizado por um sujeito concreto, para o qual são mobilizados saber, vontade, capacidade físico-motora, destreza técnica, emoções e afectos que identificam o sujeito como realidade singular e como produtor cultural único; segundo, no quadro da cultura de inserção que autoriza ou inibe a expressão gráfica da criança, que a exalta ou a recalca, que a instrui, a proíbe ou a liberta, e que o faz através do sistema específico de crenças, das representações e imagens sociais sobre a infância e das instituições que possui; terceiro, como uma expressão geracional específica, distinta da expressão plástica dos adultos, veiculadora de formas e conteúdos expressivos e representacionais que necessitam de ser lidos de acordo com uma gramática interpretativa das culturas da infância (Sarmento, 2004). A este propósito, alguns autores recusam mesmo a expressão "arte infantil", considerando precisamente essa diferença de estatuto da expressão plástica das crianças ante a pintura (ou escultura) adulta, não porque lhe falte dimensão estética, mas porque decorre de uma intencionalidade e de um sentido intrínseco distinto (Matthews, 2003).
A conjugação das três dimensões de análise dos desenhos infantis tem tudo a ganhar se puder ser feita de modo que reverbere o conhecimento adquirido em cada um deles sobre os restantes, isto é, se articular as dimensões subjectivas, socioculturais e geracionais, constituída em torno de objectos que a exigem como condição da sua compreensão totalizadora, faz, a este propósito, todo o sentido.
O desenho infantil tem sido profundamente estudado, praticamente desde que se instituíram os fundamentos de um saber pericial sobre as crianças e sobre a infância. No entanto, a ênfase tem sido insistentemente colocada apenas numa dimensão de análise - a do desenho como expressão de uma subjectividade em formação. Acresce que a este viés psicologizante se adiciona uma visão largamente predominante nos estudos sobre a infância, que tende a abstractizar a criança em torno de categorias-padrão ou estádios de desenvolvimento, que tem destes uma visão linear, progressiva e teleológica, e que ignora os contextos sociais de inserção das crianças e a relação de mútua implicação das estruturas sociais e da acção infantil. A abstracção, linearidade e descontextualização, assacáveis à tradição da psicologia do desenvolvimento (Burman, 1994), não obstam a que a dimensão especificamente subjectiva da produção plástica das crianças e uma interpretação sociológica do desenho no desenvolvimento infantil não sejam indispensáveis, em diálogo com as disciplinas que mais profundamente têm contribuído para o seu conhecimento: a psicologia e a psicanálise. "
Manuel Jacinto Sarmento In: Das Pesquisas com crianças à complexidade da infância - Altino J. Martins Filho & Patrícia D. Prado (Orgs.) - Campinas, SP: Autores Associados, 2011.
Extrato retirado do texto:
" Ouvir a voz das crianças: esta expressão condensa todo um programa, simultaneamente teórico, epistemológico e político.
O programa teórico assenta na constatação de que as crianças têm sido silenciadas na afirmação da sua diferença ante os adultos, e na expressão autónoma dos seus modos de compreensão e interpretação do mundo; estudar as crianças como actores sociais de pleno direito, a partir do seu próprio campo, e analisar a infância como categoria social do tipo geracional é o objectivo a que se tem proposto a sociologia da infância, para quem "ouvir a voz das crianças" se constitui mesmo como uma directriz vertebradora na compreensão de factos e dinâmicas sociais em que as crianças contam (Qvortrup, 1991; Corsaro, 1997; James, Jenks & Prout, 1998; Sirota, 1998, Mayal, 2002). O programa epistemológico manifesta-se na ideia, cara à abordagem socioantropológica da infância, de que entre o mundo adulto e as crianças existe uma diferença que não é apenas de nível de registo ou de maturidade comunicativa, mas radica na alteridade da infância, insusceptível de ser resgatada pela memória que os adultos possuem das crianças que foram, mas que se exprime na peculiar organização do simbólico que a mente infantil e as culturas da infância proporcionam. O programa político exprime-se na constatação de que as crianças permanecem excessivamente afastadas dos núcleos centrais de decisão sobre aspectos que dizem respeito às condições colectivas de existência e que esse afastamento, sendo a expressão da dominação adulta, é um modo de hegemonia e de controlo, cujo resgate não encontra outra possibilidade senão precisamente por tornar presente a voz das crianças na participação social e na decisão política (Lee, 2001).
No entanto, o paradoxo maior da expressão "ouvir a voz das crianças" reside não apenas no facto de que ouvir não significa necessariamente escutar, mas no facto de que essa "voz" se exprime frequentemente no silêncio, encontra canais e meios de comunicação que se colocam fora da expressão verbal, sendo, aliás, frequentemente infrutíferos os esforços por configurar no interior das palavras infantis aquilo que é o sentido das vontades e das ideias das crianças. Mas essas ideias e vontades fazem-se "ouvir" nas múltiplas outras linguagens com que as crianças comunicam. Ouvir a voz é, assim, mais do que a expressão literal de um acto de auscultação verbal (que, aliás, não deixa também de ser), uma metonímia que remete para um sentido mais geral de comunicação dialógica com as crianças, colhendo as suas diversificadas formas de expressão.
O desenho infantil insere-se entre as mais importantes formas de expressão simbólica das crianças. Desde logo, porque o desenho precede a comunicação escrita (na verdade, precede mesmo a comunicação oral, dado que os bebés rabiscam antes ainda de articularem as primeiras palavras). Depois, porque o desenho infantil, não sendo apenas a representação de uma realidade que lhe é exterior, transporta, no gesto que o inscreve, formas infatis de apreensão do mundo - no duplo sentido que esta expressão permite de "incorporação" pela criança da realidade externa e de "aprisionamento" do mundo pelo acto de inscrição - articuladas com as diferentes fases etárias e a diversidade cultural. Nesse sentido o desenho infantil comunica, e fá-lo dado que as imagens são evocativas e referenciais de modo distinto e para além do que a linguagem verbal pode fazer.
Numa perspectiva sociológica, o desenho infantil não apenas releva de uma personalidade singular, a criança, por quem é elaborado e construído, mas inscreve-se na produção simbólica de um grupo social de tipo geracional - a infância -, que possui um estatuto específico na sociedade, e que, embora partilhe com os outros grupos geracionais as formas culturais múltiplas e complexas socialmente presentes, apresenta igualmente elementos culturais não redutíveis a essas formas, mas dependentes da condição infantil.
O desenho das crianças necessita por isso de ser analisado num triplo enquadramento, articulando as várias dimensões de análise: primeiro, como um acto realizado por um sujeito concreto, para o qual são mobilizados saber, vontade, capacidade físico-motora, destreza técnica, emoções e afectos que identificam o sujeito como realidade singular e como produtor cultural único; segundo, no quadro da cultura de inserção que autoriza ou inibe a expressão gráfica da criança, que a exalta ou a recalca, que a instrui, a proíbe ou a liberta, e que o faz através do sistema específico de crenças, das representações e imagens sociais sobre a infância e das instituições que possui; terceiro, como uma expressão geracional específica, distinta da expressão plástica dos adultos, veiculadora de formas e conteúdos expressivos e representacionais que necessitam de ser lidos de acordo com uma gramática interpretativa das culturas da infância (Sarmento, 2004). A este propósito, alguns autores recusam mesmo a expressão "arte infantil", considerando precisamente essa diferença de estatuto da expressão plástica das crianças ante a pintura (ou escultura) adulta, não porque lhe falte dimensão estética, mas porque decorre de uma intencionalidade e de um sentido intrínseco distinto (Matthews, 2003).
A conjugação das três dimensões de análise dos desenhos infantis tem tudo a ganhar se puder ser feita de modo que reverbere o conhecimento adquirido em cada um deles sobre os restantes, isto é, se articular as dimensões subjectivas, socioculturais e geracionais, constituída em torno de objectos que a exigem como condição da sua compreensão totalizadora, faz, a este propósito, todo o sentido.
O desenho infantil tem sido profundamente estudado, praticamente desde que se instituíram os fundamentos de um saber pericial sobre as crianças e sobre a infância. No entanto, a ênfase tem sido insistentemente colocada apenas numa dimensão de análise - a do desenho como expressão de uma subjectividade em formação. Acresce que a este viés psicologizante se adiciona uma visão largamente predominante nos estudos sobre a infância, que tende a abstractizar a criança em torno de categorias-padrão ou estádios de desenvolvimento, que tem destes uma visão linear, progressiva e teleológica, e que ignora os contextos sociais de inserção das crianças e a relação de mútua implicação das estruturas sociais e da acção infantil. A abstracção, linearidade e descontextualização, assacáveis à tradição da psicologia do desenvolvimento (Burman, 1994), não obstam a que a dimensão especificamente subjectiva da produção plástica das crianças e uma interpretação sociológica do desenho no desenvolvimento infantil não sejam indispensáveis, em diálogo com as disciplinas que mais profundamente têm contribuído para o seu conhecimento: a psicologia e a psicanálise. "
ÁFRICA- ORIGEM DAS LUTAS MARCIAIS – A ARTE DO COMBATE EM KUSH- NÚBIA
ÁFRICA- ORIGEM DAS LUTAS MARCIAIS – A ARTE DO COMBATE EM KUSH- NÚBIA
Com a destruição da biblioteca de Alexandria muitos ensinamentos das artes marciais foram perdidos, mas as escavações nos têm mostrado a veridicidade que todo o conhecimento, e entre eles, a essência das artes marciais, é de origem africana.
Leia todo o artigo no Blogger do BAYAH:
http://cnncba.blogspot.com/
Com a destruição da biblioteca de Alexandria muitos ensinamentos das artes marciais foram perdidos, mas as escavações nos têm mostrado a veridicidade que todo o conhecimento, e entre eles, a essência das artes marciais, é de origem africana.
Leia todo o artigo no Blogger do BAYAH:
http://cnncba.blogspot.com/
abertas inscrições para Curso Música da UNIVALI
O Curso de Música habilita nas modalidades Licenciatura e Bacharelado
Canto
Piano
Bateria
Percussão
Violão e Guitarra
Contrabaixo elétrico
Flauta e Saxofone
As inscrições para o Processo Seletivo especial estão abertas até dia 27 de janeiro de 2012
informações
uriarte@univali.br
3342-7990
www.univali.br
Canto
Piano
Bateria
Percussão
Violão e Guitarra
Contrabaixo elétrico
Flauta e Saxofone
As inscrições para o Processo Seletivo especial estão abertas até dia 27 de janeiro de 2012
informações
uriarte@univali.br
3342-7990
www.univali.br
Exposição "Amor à Moda Antiga" no Museu do Vinho de Videira/SC
Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina Mensagem sinalizada Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012 14:12Abrindo o ciclo de exposições temporárias de 2012, o Museu do Vinho Mário de Pellegrin (Videira/SC) abriu no último dia 19 de janeiro a exposição: "Amor à Moda Antiga". A iniciativa é uma parceria da Prefeitura de Videira, Secretaria de Turismo e Cultura através do Museu do Vinho e a UnoChapecó através do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (CEOM). A exposição segue aberta até o dia 11 de março na sala de atividades temporárias do museu.
A exposição é composta por 22 ampliações fotográficas mais um painel de retratos. “Passear pela mostra instiga o visitante a perceber as mudanças nos relacionamentos, as alterações de costumes, a moda e os códigos de conduta de outros tempos. Essa exposição é também um convite a rememorar histórias de família, abrir antigos álbuns familiares e recontar, sob a ótica do nosso tempo, amores e vivências de outras épocas”, afirma Caroline Martello, coordenadora do museu.
Quem visitar a exposição também poderá escrever uma carta à pessoa amada, que após o termino da exposição será encaminhada via correio pelo museu. Afinal, as cartas já foram a única maneira de entrar em contato com quem estava longe. Levavam consigo declarações de amor e importantes confidências. Hoje com o avanço da tecnologia o charmoso hábito de escrever cartas de amor, perdeu-se no tempo.
ServiExposição: "Amor à Moda Antiga"
Visitação: Terça a sexta-feira, das 8h30 as 12h e 13h30 as 18h. Sábados e domingos das 13h as 18h
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Museu do Vinho - Rua Padre Anchieta, 344, Videira/SC
Fone: (49) 3566-1534
Apoio na divulgação: Sistema Estadual de Museus (SEM/SC)
A exposição é composta por 22 ampliações fotográficas mais um painel de retratos. “Passear pela mostra instiga o visitante a perceber as mudanças nos relacionamentos, as alterações de costumes, a moda e os códigos de conduta de outros tempos. Essa exposição é também um convite a rememorar histórias de família, abrir antigos álbuns familiares e recontar, sob a ótica do nosso tempo, amores e vivências de outras épocas”, afirma Caroline Martello, coordenadora do museu.
Quem visitar a exposição também poderá escrever uma carta à pessoa amada, que após o termino da exposição será encaminhada via correio pelo museu. Afinal, as cartas já foram a única maneira de entrar em contato com quem estava longe. Levavam consigo declarações de amor e importantes confidências. Hoje com o avanço da tecnologia o charmoso hábito de escrever cartas de amor, perdeu-se no tempo.
ServiExposição: "Amor à Moda Antiga"
Visitação: Terça a sexta-feira, das 8h30 as 12h e 13h30 as 18h. Sábados e domingos das 13h as 18h
Quanto: Entrada gratuita
Onde: Museu do Vinho - Rua Padre Anchieta, 344, Videira/SC
Fone: (49) 3566-1534
Apoio na divulgação: Sistema Estadual de Museus (SEM/SC)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Editais para Arte e Cultura da Fundação Cultural de Itajaí para 2012
Inscrições para três editais da Fundação Cultural de Itajaí iniciam na semana que vem
Ao todo serão lançados seis editais em 2012
A partir de segunda-feira (09), três editais da Fundação Cultural de Itajaí (FCI) estarão com inscrições abertas, com prazo de encerramento variando de 27 a 31 de janeiro de 2012. Juntos, eles somam R$ 350.000,00 (trezentos e cinqüenta mil reais), destinados à fomentação cultural itajaiense. Ainda no dia 16 serão abertas as inscrições para mais um edital. E a expectativa é que até fevereiro mais dois sejam lançados, totalizando assim, seis editais para 2012.
Os três editais com inscrições disponíveis a partir de segunda-feira são: “Apoio a Intercâmbio Cultural”, com prazo de encerramento no dia 27 de janeiro, “Apoio a Eventos Culturais Comunitários” e “Compra de Espetáculos”, ambos com prazo até o dia 31. As inscrições podem ser realizadas das 08 às 12 horas, na própria Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Muller, 53 - Centro. Os editais estão disponíveis no site www.itajai.sc.gov.br, no link Editais da Fundação Cultural de Itajaí.
No dia 16 de janeiro serão abertas as inscrições para o “Edital de Seleção Pública de Projetos – Convênios”. O período de apresentação dos projetos será de 16 a 31 de janeiro. E em fevereiro serão lançados os editais “Meu Primeiro Livro”, com verba de R$ 40.000,00 e “Lei de Incentivo à Cultura”, com verba aproximada a R$ 1 milhão.
Saiba mais sobre os editais:
1 - Edital de Apoio a Intercâmbio Cultural: Este edital possui verba de R$ 50mil e tem como objetivo promover a difusão e o intercâmbio da cultura Itajaiense. O apoio consiste na concessão de recursos financeiros para o custeio de despesas com transporte de artistas, técnicos e estudiosos convidados a participar de eventos prioritariamente culturais fora da cidade, inclusive viagens internacionais.
O edital contempla duas categorias, grupo e individual. O recurso será repassado para cada integrante do grupo. Para viagens dentro do Estado, o artista irá receber apoio de R$ 500,00; Demais estados brasileiros R$1.000,00; América do Sul R$ 1.500,00; Américas Central e do Norte R$ 2.000,00 e demais continentes R$ 3.000,00.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 27 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
2 - Edital de Apoio a Eventos Culturais Comunitários: Possui verba de R$ 150.000,00. Ele premia organizações não governamentais sem fins lucrativos, agrupamentos sociais informais e pessoas físicas da área cultural, com experiência mínima de âmbito cultural municipal de dois anos, para realização de eventos culturais.
A verba, no valor de R$ 150.000,00, será dividida em três categorias: eventos de Grande Porte (até R$ 30.000,00), que estejam em sua quarta ou superior edição e envolvam mais de quatro mil pessoas; eventos de Médio Porte (até R$ 10.000,00), em sua segunda ou superior edição e envolvam mais de 1.500 pessoas; eventos de Pequeno Porte (até R$ 5.000,00), que estejam em sua primeira ou superior edição e envolvam mais de 200 pessoas.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 31 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
3 - Edital de Premiação Compra de Espetáculos: Cada projeto aprovado receberá verba a título de contribuição social no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), fracionada em repasses mensais de R$ 1.000,00 (mil reais). A execução dos espetáculos deverá acontecer entre os dias 12 de março de 2012 e 31 de dezembro de 2012. O edital irá contemplar 15 grupos, sete da categoria canto-coral, quatro de dança e mais quatro de teatro.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 31 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
4 - Edital de Seleção Pública de Projetos: Por meio deste edital serão selecionadas as entidades privadas sem fins econômicos que irão ter convênio de natureza financeira com a Fundação Cultural de Itajaí (FCI) em 2012. No ano passado, 15 entidades foram contempladas com o repasse financeiro, ultrapassando a marca de R$ 1 milhão de reais.
- Período de inscrição: 16 a 31 de janeiro de 2012, no departamento administrativo da Fundação Cultural de Itajaí, localizado à Rua Lauro Müller, nº 53, Centro de Itajaí, das 08 às 12 horas.
5 - Edital do Meu Primeiro Livro: Tem verba de R$ 40.000,00 e será dividido entre 10 selecionados. O objetivo é fomentar a produção literária no município de Itajaí com a publicação de livros de autores que ainda não tenham nenhuma obra publicada. Este edital está previsto para ser lançado em fevereiro de 2012.
6 - Edital da Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí: A lei institui o incentivo fiscal a ser concedido em apoio à realização de projetos culturais que visam a produção e difusão de bens e valores culturais, como forma de garantir a preservação da cultura das tradições e dos costumes da sociedade itajaiense. Em 2011, ao todo, foram aprovados 61 projetos, totalizando R$ 1 milhão de recursos a serem investidos na produção cultural da cidade. Este edital está previsto para ser lançado em fevereiro de 2012.
Ao todo serão lançados seis editais em 2012
A partir de segunda-feira (09), três editais da Fundação Cultural de Itajaí (FCI) estarão com inscrições abertas, com prazo de encerramento variando de 27 a 31 de janeiro de 2012. Juntos, eles somam R$ 350.000,00 (trezentos e cinqüenta mil reais), destinados à fomentação cultural itajaiense. Ainda no dia 16 serão abertas as inscrições para mais um edital. E a expectativa é que até fevereiro mais dois sejam lançados, totalizando assim, seis editais para 2012.
Os três editais com inscrições disponíveis a partir de segunda-feira são: “Apoio a Intercâmbio Cultural”, com prazo de encerramento no dia 27 de janeiro, “Apoio a Eventos Culturais Comunitários” e “Compra de Espetáculos”, ambos com prazo até o dia 31. As inscrições podem ser realizadas das 08 às 12 horas, na própria Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Muller, 53 - Centro. Os editais estão disponíveis no site www.itajai.sc.gov.br, no link Editais da Fundação Cultural de Itajaí.
No dia 16 de janeiro serão abertas as inscrições para o “Edital de Seleção Pública de Projetos – Convênios”. O período de apresentação dos projetos será de 16 a 31 de janeiro. E em fevereiro serão lançados os editais “Meu Primeiro Livro”, com verba de R$ 40.000,00 e “Lei de Incentivo à Cultura”, com verba aproximada a R$ 1 milhão.
Saiba mais sobre os editais:
1 - Edital de Apoio a Intercâmbio Cultural: Este edital possui verba de R$ 50mil e tem como objetivo promover a difusão e o intercâmbio da cultura Itajaiense. O apoio consiste na concessão de recursos financeiros para o custeio de despesas com transporte de artistas, técnicos e estudiosos convidados a participar de eventos prioritariamente culturais fora da cidade, inclusive viagens internacionais.
O edital contempla duas categorias, grupo e individual. O recurso será repassado para cada integrante do grupo. Para viagens dentro do Estado, o artista irá receber apoio de R$ 500,00; Demais estados brasileiros R$1.000,00; América do Sul R$ 1.500,00; Américas Central e do Norte R$ 2.000,00 e demais continentes R$ 3.000,00.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 27 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
2 - Edital de Apoio a Eventos Culturais Comunitários: Possui verba de R$ 150.000,00. Ele premia organizações não governamentais sem fins lucrativos, agrupamentos sociais informais e pessoas físicas da área cultural, com experiência mínima de âmbito cultural municipal de dois anos, para realização de eventos culturais.
A verba, no valor de R$ 150.000,00, será dividida em três categorias: eventos de Grande Porte (até R$ 30.000,00), que estejam em sua quarta ou superior edição e envolvam mais de quatro mil pessoas; eventos de Médio Porte (até R$ 10.000,00), em sua segunda ou superior edição e envolvam mais de 1.500 pessoas; eventos de Pequeno Porte (até R$ 5.000,00), que estejam em sua primeira ou superior edição e envolvam mais de 200 pessoas.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 31 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
3 - Edital de Premiação Compra de Espetáculos: Cada projeto aprovado receberá verba a título de contribuição social no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), fracionada em repasses mensais de R$ 1.000,00 (mil reais). A execução dos espetáculos deverá acontecer entre os dias 12 de março de 2012 e 31 de dezembro de 2012. O edital irá contemplar 15 grupos, sete da categoria canto-coral, quatro de dança e mais quatro de teatro.
- Período de inscrição: 09 de janeiro a 31 de janeiro de 2012, das 08 às 12 horas, na Fundação Cultural de Itajaí, localizada à Rua Lauro Müller, 53, no Centro.
4 - Edital de Seleção Pública de Projetos: Por meio deste edital serão selecionadas as entidades privadas sem fins econômicos que irão ter convênio de natureza financeira com a Fundação Cultural de Itajaí (FCI) em 2012. No ano passado, 15 entidades foram contempladas com o repasse financeiro, ultrapassando a marca de R$ 1 milhão de reais.
- Período de inscrição: 16 a 31 de janeiro de 2012, no departamento administrativo da Fundação Cultural de Itajaí, localizado à Rua Lauro Müller, nº 53, Centro de Itajaí, das 08 às 12 horas.
5 - Edital do Meu Primeiro Livro: Tem verba de R$ 40.000,00 e será dividido entre 10 selecionados. O objetivo é fomentar a produção literária no município de Itajaí com a publicação de livros de autores que ainda não tenham nenhuma obra publicada. Este edital está previsto para ser lançado em fevereiro de 2012.
6 - Edital da Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí: A lei institui o incentivo fiscal a ser concedido em apoio à realização de projetos culturais que visam a produção e difusão de bens e valores culturais, como forma de garantir a preservação da cultura das tradições e dos costumes da sociedade itajaiense. Em 2011, ao todo, foram aprovados 61 projetos, totalizando R$ 1 milhão de recursos a serem investidos na produção cultural da cidade. Este edital está previsto para ser lançado em fevereiro de 2012.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Ossos que falam
Escavações na zona portuária do Rio de Janeiro revelam retrato pouco conhecido da escravidão
"Discurso silencioso" , vídeo: http://youtu.be/RQK_8pn0U3E
http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4569&bd=1&pg=1&lg=
"Discurso silencioso" , vídeo: http://youtu.be/RQK_8pn0U3E
http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4569&bd=1&pg=1&lg=
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